Diminui a resistência ao PVC e ao aço
Com tecnologias diferenciadas, mas conhecidas e bem aceitas na construção civil, a indústria habitacional ligada ao PVC e ao aço prevê, neste ano, crescimento em razão da retomada do setor pelos estímulos governamentais, queda nos juros e aumento da renda do trabalhador. O Instituto do PVC, formado pelas empresas do setor, estima um crescimento recorde entre 5% e 6% na demanda pela resina neste ano, caso o PIB evolua entre 3% e 3,5%. O consumo aparente de PVC - vendas e importação -, no ano passado, chegou a 690,4 mil toneladas. "Entre 60% e 65% da demanda pelo produto vem do setor da construção civil. Essa relação deve se manter, este ano, pelas vantagens competitivas do produto nesse setor", diz Francisco de Assis Esmeraldo, presidente do Instituto.
Dados da Associação Brasileira da Construção Metálica (Abcem) mostram que o setor responde por quase 10% da demanda pelo aço, com crescimento médio anual entre 7% e 8%. Além do aço metálico, mais usado em prédios, a área habitacional se diversifica e cresce por meio da incorporação de novos sistemas construtivos, como o steel frame e o painel isotérmico, voltados para a criação de casas. "A maior parte do consumo do aço metálico, em torno de 95%, é distribuída na construção empresarial e industrial. Os 5% restantes destinam-se ao setor habitacional", diz Luiz Carlos Caggiano, vice-presidente da Brasfer Construções Metálicas e vice-presidente da Abcem. Segundo ele, há uma tendência de o aço ser mais bem aproveitado na habitação, porque começa a ficar mais conhecido entre consumidores e profissionais da construção.
Fonte: www.cbic.org.br
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